Conheça 7 curiosidades do whisky super premium The Macallan, a bebida mais cara e cobiçada do mundo

 Conheça 7 curiosidades do whisky super premium The Macallan, a bebida mais cara e cobiçada do mundo

O embaixador da The Macallan no Brasil, Gianpaolo Morselli conversou com clientes e parceiros da AG7 e ALLEZ INVEST durante degustação virtual do whisky.

Na noite da última quarta-feira (05/08), um seleto grupo de curitibanos pôde mergulhar no universo dos whiskies e degustar a bebida super premium The Macallan em uma experiência virtual. O encontro foi promovido pela incorporadora AG7 e ALLEZ INVEST que juntas, convidaram clientes e parceiros para uma degustação digital, com o embaixador da The Macallan no Brasil, Gianpaolo Morselli.

A exclusiva marca é dona da bebida mais cara e cobiçada do mundo e recordista de prêmios; conta com um registro no Guinness Books de uma garrafa de 60 anos arrematada por US$ 1,9 milhão de dólares. Durante o Taste Experience, Gianpaolo Morselli contou a história da The Macallan e trouxe 7 curiosidades da bebida para seus apreciadores. Diversas revelações mostraram o porquê da exclusividade e nobreza do whisky.

Escócia é a região responsável pela nobreza da bebida

            O whisky é um destilado inventado na Escócia, região do extremo norte do Reino Unido que conta com especificidades que contribuem com a qualidade e exclusividade da bebida. São elas: o clima, considerado perfeito para o processo de envelhecimento do álcool na madeira; a qualidade e abundância da água, o solo da região faz com que a água seja filtrada naturalmente, deixando ferro e outros materiais de lado e a produção de cevada, considerada a melhor do mundo na Escócia.

         São cinco tipos de whisky e o mais puro, produzido por The Macallan

Ao todo, existem cinco tipos de whisky produzidos na Escócia: Single Malt – whisky elaborado em uma única destilaria exclusivamente com cevada maltada e que reflete características peculiares de sua região e de sua destilaria, mostrando sua singularidade; Single Grain – whisky de apenas um grão que não seja cevada, milho, trigo, aveia, centeio e arroz; Blended – a mistura de um ou mais Single Malt com Single Grain ; Vated – conhecido também como Puro Malt, é a mistura de whiskies de cevada ou Single Malt de destilarias diferentes; e Blended Grain – é o blend de whiskies de grãos não-maltados de várias destilarias.

The Macallan produz apenas Single Malt. Sua vantagem está no álcool produzido da cevada que é por si só um álcool com muito mais aroma e sabor. A cevada é um grão muito mais complicado de se produzir e por isso tem seu preço alto e uma categoria considerada mais nobre.

Quanto melhor a madeira do barril, melhor o whisky

O whisky é produzido a partir do seguinte processo: primeiramente fermenta-se a cevada, depois destila-se o álcool e faz a separação; coloca-se então os 16% selecionados como álcool mais puro para envelhecer em um barril de madeira de carvalho. Na Escócia, o whisky vai evaporar pelo poro da madeira em uma taxa de 2% ao ano. Quanto melhor a madeira do barril, melhor o whisky. O ditado de que um whisky mais velho é melhor, é errado, pois sua qualidade não está na idade, mas sim na qualidade da madeira.

O mercado de destilaria utiliza-se de madeiras de árvores de 40 anos, o que para The Macallan é uma árvore verde que não conta com a quantidade de resina e óleos essenciais, já que são esses os componentes que se dissolvem no álcool e dão sabor ao whisky. A renomada marca utiliza-se de árvores mais velhas, a partir de 100 anos e acredita que, quanto mais velha a árvore, melhor para o sabor da bebida.

Quanto melhor a espécie e o acabamento da madeira do barril, melhor o whisky

Na Escócia, o barril é feito de carvalho. Dependendo da espécie do carvalho, o whisky vai ter um sabor diferente. O carvalho americano, por exemplo, vai dar coloração amarelada e notas de baunilha, mais adocicado para a bebida; já o carvalho espanhol, é mais avermelhado e tem um perfil mais frutado.

Além da própria qualidade da madeira, o acabamento do barril também influencia. Quando se faz um vinho, por exemplo, se usa um barril virgem pelo fato da madeira liberar, em até dois anos ou menos, os chamados taninos, ao invés dos óleos essenciais. Para o whisky, os taninos não combinam e por isso é preciso esperar o tempo em que a madeira vai liberar óleos essenciais. The Macallan, por exemplo, faz o uso de barris de pelo menos 100 anos de idade.

A região é o terroir do whisky

O local onde o barril envelhece também é outro influenciador da bebida premium. Ela vai determinar o sabor e o caráter do whisky. Na Escócia, existem quatro regiões produtoras e cada uma destina características específicas para o whisky. São elas: Islay, com bastante influência marítima, conta com grande uso de turfa na secagem da cevada maltada, por isso seus whiskies têm características defumadas, salgadas e até mesmo medicinais. Lowlands – com poucas destilarias, tem um clima mais ameno e deixa os whiskies mais leves, delicados e bastante secos. Speyside – a maior concentração de destilarias da Escócia, conta com excelente fonte de água, o Rio Spey, dando aos whiskies grande complexidade, sabores florais e frutados. Highlands – região com densas florestas e geologia diversificada, garante grande variedade de sabores devido aos diversos microclimas e os whiskies variam desde o mais encorpado, no norte da região, passando por mais leves e frutados no sul.

Quanto mais alcoólico, mais fácil de tomar

O álcool é um fixador da bebida, de aromas e sabores. Quando um whisky tem muita complexidade, ele precisa de mais álcool para manter-se íntegro. Por isso os whiskies mais alcoólicos são em geral mais aveludados, pois sua complexidade superior irá mascarar o álcool.

            Quanto menor o alambique, mais sabor

The Macallan conta com alambiques curiosamente pequenos se comparado ao mercado e se caracterizam por elaborar um new make spirit bastante concentrado e untuoso. Quanto menor o alambique, mais calor e sabor ele produz; funciona como uma panela de pressão. A marca possui um dos menores níveis de aproveitamento da Escócia. Apenas 16% do que sai dos alambiques é levado aos barris para envelhecer. Essa porção nobre da bebida, retida em um estágio específico do processo de destilação, é a mais rica em aromas e sabores, e confere uma excelência única. Por isso também, bebidas super premium, com álcool mais puro e rico em sabor, são conhecido por dar “menos resseca”, se comparadas às bebidas comuns.

            Uma bebida tão nobre como os whiskies The Macallan não pode ser degustada de qualquer forma. Ao final do Taste Experience, o embaixador deu dicas de como tomar o whisky  da forma correta. Segundo ele, não é aconselhável, por exemplo, chacoalhar a bebida; por ser mais volátil, os vapores do álcool sobem antes de qualquer elemento. O embaixador aconselha: pegue uma taça, tombe ela 45 graus e gire a taça com o whisky para molhar a superfície interior; com isso todos os componentes da bebida vão evaporar por igual, e assim é possível sentir os aromas mais facilmente. Com a boca aberta, encosta-se a taça perto do nariz e sente-se o aroma do whisky para se criar um fluxo de ar no nariz, dessa forma não se concentra tanto vapor de álcool nas narinas. É preferível fazer isso primeiro de um lado do nariz e depois de outro.

            Para saber mais sobre o universo The Macallan, acesse: https://www.themacallan.com/en. Para saber mais sobre a AG7, acesse: ag7.co.

 Sobre a AG7

Conteúdo, conceito, tecnologia, design e experiência. A holding AG7 é uma plataforma entre os melhores profissionais da economia criativa, tais como designers, arquitetos, engenheiros e paisagistas, e o consumidor final, contemplando para isso uma cadeia que reúne os mais prestigiados e inovadores fornecedores, construtores, técnicos, cientistas e parceiros investidores. O resultado são produtos que estão na fronteira da tendência, seja em empreendimentos imobiliários, seja em design e inovação. “Unimos conceito, tendência, design, arquitetura, sustentabilidade, construtores, fornecedores, cientistas e os profissionais mais preparados e renomados em suas áreas na criação de empreendimentos únicos, que transportam a experiência do morar a uma nova dimensão, mais personalizada e atualizada com os novos tempos”, define Alfredo Gulin Neto, CEO da AG7. “Nós construímos diferente porque acreditamos em um mundo diferente. Nosso mindset é voltado à tendência, à inovação, ao design e ao bem-estar.”          

            A atuação da empresa, que oferece serviços de consultoria de inteligência imobiliária completos, full service real estate developer, ocorre em três frentes: prospecção e parceria de novos negócios, properties com imóveis de renda e, por meio da AG7 Realty, gestão de incorporações imobiliárias. Entre as premiações e conquistas, estão o 20º Prêmio Master Imobiliário, o mais importante do mercado de imóveis no Brasil; o 23º Prêmio Master Imobiliário; a Certificação Green Building Council (GBC) Brasil Condomínio na categoria “Gold”. Recentemente a holding anunciou seu mais novo empreendimento, em parceria com a Triptyque Architecture, a ser edificado em Curitiba (PR) com mais de 130 metros de altura e design marcante, inspirado nos arranha-céus de Nova York, com vista 360º da cidade. Localizado em um dos pontos mais altos da cidade, foi projetado para ser o edifício de maior destaque na capital paranaense “Como plataforma criativa de negócios, a AG7 traz um novo conceito de design e de estilo, que entrega ao cliente soluções, em produtos e serviços, personalizadas e atualizadas para um viver com qualidade, saúde, conforto, sustentabilidade e beleza.”

 AG7

Endereço: Av. Sete de Setembro, 5739 – Edifício Priori (sala 303)
Tel.: (41) 3128-8203
Site: https://ag7.co/
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Cesar Franco

Colunista da Revista Dimensão.

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